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Receita suspende compra de R$ 40 milhões em softwares da Microsoft

2008-01-13 00h22min




São Paulo - Tribunal de Contas já encontrou 11 irregularidades no edital de compra, que está suspenso desde agosto do ano passado.

Atendendo a uma recomendação do Ministério Público Federal, a Receita Federal suspendeu o pregão presencial RFB/COPOL nº 19/2007 para a aquisição de um lote de software de 44.087 licenças do programa Office 2007, orçadas em 40,89 milhões de reais, até que o Tribunal de Contas da União (TCU) finalize o processo de exame do pregão.

Mais na fonte: http://idgnow.uol.com.br/merca[...]noticia.2008-01-10.3615899923/
Postada por: Carlos Augusto, carlos@NOSPAM.technocore.com.br







Comentários dos leitores:


Postado por ABSURDO TOTAL !!!!@189.47.xxx.xxx [e-mail] em 14/01/2008 00h44min:
44.087 licenças do programa Office 2007 se fosse pra linux sairia custo R$ 0,000000 REAIS ISSO MESMO O QUE O OFFICE 2007 FAZ O OPEN OFFICE FAZ A MESMA COISA ( TRABALHAR COM .DOC COM ARQUIVOS .PPT ... ETC ) . ISSO É UM TAPA NA CARA DA SOCIEDADE DE COMO JOGAR NOSSO DINHEIRO FORA NO RALO .. QUE ABSURDO !!!!!!!!



Postado por nic@200.207.xxx.xxx em 14/01/2008 07h28min:
Eu recomento OpenOffice para o Brasil.
Arquivos .docx SUX!
Muito daora esta droga.. Não tem jeito de manter este vício não.
Tem que migrar, e tem que ser agora.



Postado por Flávio Alves Granato@200.159.xxx.xx [site] [e-mail] em 14/01/2008 09h25min:
Uma das melhores coisas já feitas pelo MP... até que fim alguém sendo precionado nesse lugar... como disseram é a melhor forma de se jogar o nosso dinheiro pelo ralo e ficar rindo de nossas caras...



Postado por Andre@200.165.xxx.xxx [e-mail] em 14/01/2008 10h48min:
Infelizmente ( pelo menos que vi no meu municiopio) a troca de soft proprietário por livre , nao foi por 0 , disparou um monte de licitações de serviços para implantação , compatibilidade e treinamento que superaram o valor , sendo muita delas de processo duvidoso.. infelizmente no Brasil as coisas não são tão simples.



Postado por Teddy@201.39.xx.x em 14/01/2008 11h17min:
É como o colega aí de cima falou. Sempre arrumam um jeitinho de determinada empresa/tecnologia não sair do setor público que sempre foi (e continua sendo) muito lucrativo.

Basta citar somente que o maior (ou segundo maior, não lembro no momento) cliente da Microsoft do estado de Pernambuco é o próprio estado. Lamentável!



Postado por Jager@201.22.xx.xxx [e-mail] em 14/01/2008 13h49min:
"Infelizmente ( pelo menos que vi no meu municiopio) a troca de soft proprietário por livre , nao foi por 0 , disparou um monte de licitações de serviços para implantação , compatibilidade e treinamento que superaram o valor"

Mas isso vai acontecer só uma vez, enquanto que atualizações do M$ Shit Office acontecem de X em X tempos. Ou você acha que essa é a primeira vez que estão adquirindo lincensas dessa bucha? Vc também deve achar que não se gastam em serviços com software M$.



Postado por Tércio Martins@161.148.xx.xxx [e-mail] em 14/01/2008 15h55min:
Comentário de Andre:

"Infelizmente ( pelo menos que vi no meu municiopio) a troca de soft proprietário por livre , nao foi por 0 , disparou um monte de licitações de serviços para implantação , compatibilidade e treinamento que superaram o valor , sendo muita delas de processo duvidoso.. infelizmente no Brasil as coisas não são tão simples."

Tá, a migração de software proprietário para livre pode ser dolorosa (até no bolso), mas não pode se criar a impressão de que manter sistemas proprietários é a solução mais econômica a longo prazo.

Vejo, aonde eu trabalho, as empresas que fornecem softwares e hardwares proprietários cobrarem horrores para fazer manutenção, treinamentos, estudos de casos, etc. Isto é ruim no caso da empresa querer mudar de fabricante, porque ele vai fazer de tudo para impedí-la de mudar seus sistemas.

Com software livre, não digo que tudo é mais barato, mas tem uma coisa que ninguém pode discordar: maior concorrência. Para uma empresa, é bom ter um produto em que 10, 20 empresas podem fazer manutenção nele, podendo escolher a que melhor satisfaz. Tá bom que muita gente cobra horrores para fazer manutenção em SL, mas isso não é generalizado. E, se for, nada impede que alguém cobre mais barato.

O bom de colocar SL na administração pública é que torna bem maior a chance de uma empresa brasileira prestar serviços de manutenção em certo produto que uma estrangeira, coisa que não ocorre muito com os softwares proprietários. A lei das licitações (8666/93) dá preferência a empresas brasileiras na compra de produtos e serviços. Com softwares proprietários, a vitória fica limitada à própria empresa e às suas afilhadas. Com SL, não há favoritismos.

Pensem bem: é melhor empregar dinheiro público em empresas brasileiras, gerando empregos e impostos no Brasil, do que enviar este mesmo dinheiro para o exterior. Com SL, isto pode ocorrer mais facilmente.



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