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Regulamentação da profissão de Analista de Sistemas

2008-05-25 22h55min




Esta tramitando o PLS 00607 / 2007 dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática e outras providências.

Acredito ser de interesse de grande parte da comunidade de leitores a discussão do tema Regulamentação da Profissão.

Detalhes e informações devem ser obtidas através dos links:
http://www.senado.gov.br/sf/at[...]/Detalhes.asp?p_cod_mate=82918
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/getHTML.asp?t=11569

Fonte: http://www.senado.gov.br acesso em 24/05/2008
Postada por: Sérgio Yoshioka, sergioy2004*nospam*yahoo.com.br







Comentários dos leitores:


Postado por Antonio Carlos dos Santos Oliveira@200.252.xxx.xx [e-mail] em 26/05/2008 07h05min:
Sou contra, desnvolvo softwares desde meus 12 anos, DGT-100, TRS80, 8Kb de Mémoria Ram, Vivenciei o open source. Vi e conheci ótimos programdores e analistas de sistemas sem formação formal (são vinte e cinco anos vivendo informática), creio que se dependesse de diploma a Microsoft e Apple não existiriam (cito por não lembrar no momento outros casos). Se virar lei vou fazer um cursinho para legitimar meus 25 anos de experência!



Postado por Angelo@200.99.x.xx em 26/05/2008 07h40min:
Antonio Carlos, vc não precisa fazer cursinho, já que vc já terá mais de 5 anos de exercício da profissão no momento em que a lei for aprovada. Veja o parágrafo III do artigo 2:

Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:

III - os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo cinco anos, a função de Analista de Sistemas e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.



Postado por Frederico I. de Oliveira@200.101.xx.xx em 26/05/2008 07h50min:
Sou a favor.
Claro que como toda mudança, muitos se prejudicam, e isso é inevitável, mas necessário, pois somente assim num futuro próximo os profissionais dessa área tão importante terão a valorização que merecem, e estarão livres de "micreiros" que tanto denigrem nossa imagem, em todos os sentidos!



Postado por Diogo Roos@201.38.xxx.xxx [e-mail] em 26/05/2008 08h03min:
Concordo plenamente! Acredito que o exercício da informática no geral deve ser livre e não restrita a uma classe. Se a empresa (cliente) prefere pagar mais caro só porque o desenvolvedor é formado, o problema é dela. Mas quem deve julgar se é necessário a formação ou não é o cliente, e não uma lei.



Postado por Valdomiro Morais@189.70.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 08h06min:
Com a regulamentação vem também o compromisso por parte dos profissionais de exercerem suas atividades com responsabilidade não só pessoal, mas também exigida. Ficam os consumidores seguros de terem a quem recorrer no caso de falhas, como acontece em toda profissão que lida com a vida e segurança de outros. Quanto aos profissionais por excelência, mas sem formação regular, lhes diria que existe muito mais na profissão de analista e desenvolvedor do que escrever código, compilar e rodar. E nem tudo dá pra adquirir sozinho. Uma formação mais completa com certeza os ajudaria a agregar valores aos seus produtos.



Postado por Diogo Roos@201.38.xxx.xxx [e-mail] em 26/05/2008 08h11min:
Eu conheço pessoas formadas na área que parecem nunca ter ligado um computador. Outras, entretanto, que não possuem nível superior e que possuem um conhecimento muito mais avançado. Um site que apóia o exercício livre da área em geral: www.sbc.org.br



Postado por junim@201.62.xxx.xxx [site] em 26/05/2008 08h16min:
Regulamente já!
Sou totalmente a favor da regualamentação. O que mais me aborrece como profissional formado em Ciência da Computação são histórias de dentistas que desenvolvem seus próprios programas,fazendo com profissionais qualificados para o exercício desta função fiquem desempregados. Eu mesmo, que trabalho administrando a rede de computadores de uma clínica médica, quase não fui contratado porque um dos médicos sabia formatar computadores e achava que tudo podia ser resolvido por telefone, nos suportes técnicos.
Na área da saúde pipocam exemplos das vantagens da regulamentação. Não pode haver uma farmácia sem farmacêutico, médico sem hospital... Por que pode haver rede sem analista?!
Regulamentação já!



Postado por Valdomiro Morais@189.70.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 08h23min:
Os que "parecem nunca terem ligado um computador" nem mesmo ousariam a ir mais além. Estes estão, por força de sua inaptidão, fora de um mercado tão exigente e prático. Contiunuam os consumidores protegidos deste de forma natural e forçosa. Reitero aqui o meu reconhecimento aos profissionais de formação prática, mas aproveito para apontar-lhes de que dá pra ir um pouco além da técnica e ser um profissional e cidadão crítico e formador de opnião, porém para isto é necessário conhecimento.



Postado por Diogo Roos@201.38.xxx.xxx [e-mail] em 26/05/2008 08h46min:
Regulamente-se também os lixeiros, os empacotadores, e até mesmo o presidente da república!!!!
Você quer ser reconhecido pelo seu diploma, e não por seus feitos. Por ser um profissional formado, você nunca errou na área em que atua ? Derrepente apagou um arquivo sem querer e usou um programa feito por uma pessoa "não regulamentada". Você até deve saber que as empresas hoje estão "pegando" pessoas formadas em engenharia ou até mesmo em sistemas de informação para serem administradores de empresas. Mais uma vez, acredito que quem deve questionar se o programador é ou não formado, se é brasileiro (aí a LEI não vinga), é o cliente. Sem falar que pode-se comprar o sistema através da internet...

"Você contata duas software-houses e ambas mandam um analista para fazer o levantamento de requisitos.
Um deles é formado em ciência da computação, o outro é formado em Adm. Empresas com MBA em Finanças. Pergunto: Qual dos dois terá melhor embasamento para identificar corretamente as reais necessidades da sua empresa e consiguir projetar um software que realmente lhe atenda, que seja simples de usar e facilmente customizável?"



Postado por DIogo Roos@201.38.xxx.xxx [e-mail] em 26/05/2008 09h01min:
...estou cursando sistemas de informação e o diretor da empresa em que trabalho disse que como o conhecimento de minha área é mais prático e que a informação da área é livre, seria melhor eu fazer um curso de Contabilidade ou Administração para eu entender melhor como "funciona" uma empresa.



Postado por Marco Antonio Abreu@189.25.x.xxx [e-mail] em 26/05/2008 09h03min:
Tenho mais de 20 anos de profissão em TI e sou a favor da regulamentação. Pois assim como em outras profissões, tais como médicos, advogados e engenheiros, nenhum cliente gosta de ser atendido por pseudo-profissionais. Eu pergunto se alguém aceitaria ser operado por um "médico" sem diploma ou compraria um apartamento projetado e construído por "arquitetos" e "engenheiros" sem formação?
Outra coisa, quando acontece algum problema, sem a regulamentação, não temos como recorrer, nem reclamar, pois não são registrados. Nem temos, os profissionais, como nos defender adequandamente, pois não existe legislação.
A regulamentação vai trazer muitos benefícios, principalmente a tranparência de quem é um verdadeiro profissional de TI, acabando com os "sobrinhos que entendem de computador".
Outra enorme vantagem será a salarial, pois são esses mesmos "entendidos" que puxam nossos rendimentos para baixo. Como posso cobrar um valor razoável para fazer um trabalho se o "sobrinho" do meu cliente cobra o valor de um lanche no fast-food da esquina?
Ninguém vai ao médico quando está com uma pequena dor de cabeça, mas quando a dor fica tão intensa que não dá para abrir os olhos ninguém deixa de ir, né? Da mesma forma, com TI é a mesma coisa, ninguém precisa (ou deveria precisar) procurar um profissional para acessar a Internet, mas quando ser trata de desenvolver um sistemas de informação, infraestrutura de rede, montagem de equipamentos etc, mesmo que pequenos, aí sim, estes trabalhos deveriam ser feitos apenas por profissionais de verdade.
Ah! Algumas empresas citadas aqui nesses comentários e outras não citadas, que não exigem uma formação acadêmica específica de seus colaboradores ou desestimulam sua necessidade, não deveriam existir. Elas atrapalham a vida profissional desses colaboradores, reduzem a qualidade do trabalho executado, banalizam nosso trabalho, estimulam a informalidade, reduzindo os ganhos e direitos.
abraços a todos.



Postado por Valdomiro Morais@189.70.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 09h04min:
Se exigirmos que lixeiros, empacotadores e até mesmo o presidente da república tenha formação, que grande país teremos não é mesmo!!! Seria fantástico!!!
Espero que meu diploma reflita o profissional que sou, senão serei um dos que "nem sabem ligar o computador". E se minha profissão for regular, o meu cliente terá a quem recorrer sob condições de falha minha e de qualquer profissional que tenha errado querendo ou não. Quanto ao fato de as empresas estarem "pegando" pessoas formadas em engenharia ou até mesmo em sistema de informação para serem administradores de empresa decorre do fato destas pessoas terem formação também na área a que são convidadas a exercer. Não é atoa que profissionais de várias áreas fazem MBA ou pós-graduação em áreas afins. Isto se chama agregar valores ao profissional que você é. Um software é produto de conhecimento, e é imperativo aos analistas ou terem formação em outras áreas ou estarem aliados a profissionais de outras áreas de forma que seu produto seja completo.



Postado por Luis Marcelo Achite@150.163.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 09h10min:
Ola,
Parece que essa lei sobre de uma especie de miopia tecnologica. Para o autor, so existem analistas de sistemas e tecnicos. E as outras tantas profissoes de TI? Sou a favor de uma regulamentacao, mas tenho a impressao que essa lei eh fraca e causadora de duvidas. Acho que o senador Espedito Junior deveria deixar esse assunto para pessoas que conhecem a area.
Um abraco.
Marcelo



Postado por Juarez Rudsatz@200.163.xxx.xxx [site] [e-mail] em 26/05/2008 09h31min:
A regulamentação só acrescenta benefícios a quaisquers lados:
- O consumidor, cliente tem a garantia de que seus serviços são prestados por profissionais que estudaram (pelo menos) a área que trabalham.
- Os profissionais da área ganham em segurança e colegas de trabalhos gabaritados.
- As empresas podem contratar profissionais mais bem preparados tendo certeza que outra não vai contratar profissionais de menor custo. Empresas de boa administração e valores já exigem um diploma dos seus funcionários para esta área.
Perde quem não quer se atualizar. Mas com a quantidade de cursos 24 horas que tem por aí, é bem possível fazer um curso em 2 anos. Claro que o esforço é melhor reconhecido e recompensado quando vc tem um nome no seu currículum.



Postado por Diogo Roos@201.38.xxx.xxx [e-mail] em 26/05/2008 09h46min:
"que grande país teremos não é mesmo!!! Seria fantástico!!!" -- Foi fantástico na época do presidente Color de Melo, Fernando Henrique, etc. Não digo que agora, com o Lula, esteja excelente, mas que está melhor está, não concorda ? Por isso eu digo: o que define não é o diploma. Quem define isto somos nós, os "clientes". A mesma coisa serve para a profissão em questão. Não é porque você tem um diploma que desenvolve ou trabalha melhor do que uma pessoa que não tem, e quem vai definir isto é o cliente. Por isso eu sou contra a regulamentação, porque quem deve exigir o diploma ou não é o cliente. Se o cliente quiser pagar um pouco mais do que pagaria ao "sobrinho", só porque o analista de sistemas é formado e que pode ser mais seguro do que o "sobrinho", tudo bem, é justo... - Mas somos julgados pelas nossas obras.



Postado por Observador@200.101.xx.xx em 26/05/2008 10h02min:
Tenho certeza que todas as pessoas que se disseram contra a regulamentação, não tem uma formação superior, egoístas! Apesar do projeto de lei amparar os que já trabalham na área. Estão vendo apenas o seu lado e esquecendo o contexto geral de benefícios, não só para os profissionais, mas para todos os envolvidos.

Acordem pra vida, vão se especializar!
Você hoje sem um "papel" não é nada.
Isso tudo é medo de perder lugar no mercado.
E não adianta dizer que nao é isso, porque todos sabemos que é!



Postado por João Avelino@201.55.xxx.x [e-mail] em 26/05/2008 10h04min:
Sou totalmente contrário a regulamentação.
Trabalho com informática a mais de 20 anos, tenho mestrado em Ciência da Computação e algumas certificações.
Já houve época em que era a favor, mas com o passar do tempo comecei a ver os problemas inerentes a uma regulamentação. Regulamentando apenas criamos uma "reserva de mercado", e geramos espaço para cabides de emprego.
O próprio mercado deve selecionar os profissionais. Se uma empresa prefere pagar pouco e contratar alguém não formado, ela irá notar cedo ou tarde o lado negativo disto.
Se o curso no qual um profissional se formou caracteriza sua competência, não será alguém não formado que irá tirar seu lugar no mercado.



Postado por antonio oliveira@200.252.xxx.xx [e-mail] em 26/05/2008 10h05min:
Respondendo ao Angelo, meu pai foi analista de sistemas com curso na IBM etc. ele programava em PL1 - Fortran - COBOL e ASSEMBLER em minhas conversas com ele e pela minha experiência de vida, outras profissões que foram regulamentadas não surtiu o devido efeito na efetiva proteção de mercado. Um dentista pode desenvolver seu software de análise de imagem radiológica, e daí? Quem dita o mercado é o cliente.
Se o sobrinho de 15 anos fez o site do Tio com Joomla, qual o problema, o OS/2 era melhor que o windows, mas quem vingou? Continuo a acreditar que a profissão ainda tem muito o que amadurecer. A área de informática é a única área verdeiramente interdisciplinar e multidisciplinar.
Quanto ao cursinho, se for implementada a lei, farei sim para que a academia me ensine a programar de forma correta, identada e sem "GOTO 230"



Postado por Valdomiro Morais@189.70.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 10h39min:
É preciso lembrar ao companheiro Diogo que apesar do mérito pela continuidade do crescimento do Estado Brasileiro ter-se dado com o Presidente Lula, foi o presidente Fernando Henrique quem o começou. Somos sim, reconhecidos pelas obras que fazemos, mas continuamos reconhecidos pela capacidade de fazermos ainda melhor. Sou a favor, tanto do presidente Lula, apesar dos erros fonográficos (decorrente de sua má formação acadêmica), crendo que seria ainda melhor se tivesse buscado um aperfeiçoamento, quanto da Regulamentação, cujo objetivo é proteger o cliente, que, como todos nós da área de TI sabemos, nem sempre sabe de fato o que precisa, bem como os profissionais que investem tempo e dinheiro para ter uma formação completa, não só técnica, mas social e política.



Postado por Diogo Roos@201.38.xxx.xxx [e-mail] em 26/05/2008 11h44min:
Vejam: não estou fazendo uma apologia contra a formação. Estou apenas dizendo que não se deve restringir o exercício da profissão a uma classe. Se o analista de sistemas possui o diploma, ótimo pra ele. Isto, sem dúvida irá valorizar mais o seu trabalho. Contudo, quem deve ditar isto é o cliente, o mercado. Pense nas micro-empresas, como o mercadinho da beira de esquina. Ele quer um software para controlar o seu caixa. Quem ele irá procurar ? Um Analista formado ? Eu digo que não porque o diploma deste analista nem aceitará menos de R$ 300,00 para desenvolver um programa (personalizado), e o dono do mercadinho não pode pagar mais... O egoísmo não vem da parte dos "não formados", vem dos diplomados. Pensar na regulamentação é pensar apenas nas grandes empresas.
Eu pretendo concluir o curso de sistemas de informação e fazer uma pós e etc. Mas ainda sim sou contra a regulamentação.



Postado por Arnaldo Ruas Júnior@189.19.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 11h47min:
Meu único medo é com a regulamentação aparece uma entidade de classe, que cobrará uma taxa anual, a qual seremos obrigados a pagar, e que para efeitos práticos somente teremos ciência da existência da mesma no período de pagamento. Ou seja, mais um imposto que teremos que pagar para um futuro cadastro regional de analista de sistemas e que servirá apenas para sustentar o cabide de empregos de algum sindicado.



Postado por Valdomiro Morais@189.70.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 12h14min:
Reitero, mais uma vez, o meu reconhecimento acrescido de louvor aos tantos profissionais de TI que tão grandemente têm se esforçado por alcançar um nível exemplar de excelência no que fazem, porém, mesmo os clientes tidos por mais simples e comuns, são merecedores de um produto que possa trazer em si não só a qualidade inerente à muitos profissionais, mas uma qualidade protegida e exigida por uma regulamentação, para que esses clientes, possam desfrutar da defesa dos seus direitos como consumidores. Se o produto de software continuar sendo olhado como produto de "fundo de quintal", dificilmente os profissionais, sejam pratica ou academicamente formados, serão valorizados. E é a valorização, que se converte por conseqüência em resultados financeiros, que todos nós buscamos e poderá ser desfrutada por todos se obtivermos um reconhecimento regular.



Postado por Wanderson@200.228.xx.xxx [e-mail] em 26/05/2008 13h33min:
A nossa area e bastante complicada para este assunto. Temos excelentes programadores sem uma formacao academica. Porem temos muitos picaretas na praca como os que juntam uns cds de drivers na internet e midia do window e sai instalado por ai. Um dia deste recebi um tecnico dizendo que o linux havia ferrado um hd pois nao conseguia excluir a particao dele para instalar o windows numa maquina de cliente. Descobri que ele estava usando um disco de boot do windows 98. Ele nao conhece sistema de arquivos e nao sabe utilizar o cd de instalacao da Microsoft para windowx XP.
A regulamentacao e otima. Porem nao deve obrigar os profissionais da area a possuir diplomas devido as caracteristica da area pois o profissional pode ser autoditada, so depende dele estudar e praticar em casa.O bom profissional, fara da regulamentacao uma vantagem competitiva e o cliente verdadeiramente tera opcao de escolha.
Eu, como profissional regulamentado, apresentarei minha carteira para o cliente. Servico bem feito, ponto para regualmentacao. Servico mal feito, ponto para regulamentacao. O cliente pode reclamar com o orgao competente.
Profissional sem regulamentacao: servico bem feito, ponto para ele. Servico mal feito, ponto negativo para ele. O cliente reclamara com quem?
No pequenas causas, todos estamos incluidos.
Somente o futuro dira: quem esta atendendo melhor? O profissionais regulamentados ou os nao regulamentados?
Creio que o projeto carece de debate e amadurecimento.



Postado por Cid Andrade@201.68.xx.xxx [site] [e-mail] em 26/05/2008 14h56min:
Sou, à princípio, contra as regulamentações profissionais, exceto quando a vida das pessoas está diretamente em risco, como é o caso da Medicina. Mas isso só teria valor se todas as regulamentações caissem. Se há regulamentações, não regulamentar alguma torna os profissionais desta desprotegidos.



Postado por Diogo Roos@201.58.xx.xx [e-mail] em 26/05/2008 22h50min:
Só para complementar meu último comentário, sobre o último comentário do companheiro Valdomiro Morais: um programa, por mais simples que seje, que esteja de acordo com a necessidade do cliente, não quer dizer que é um programa ruim ou de "fundo de quintal". Como disse o Cid Andrade, regulamentações de profissões de risco realmente devem ser obrigatórias e restrita a uma classe (diplomados) - lembrando do médico, do farmacêutico, etc. Se o cliente que solicita o desenvolvimento de um sistema ou serviços relacionados estiver preocupado com seus direitos, um contrato entre ambas as partes resolve o problema.



Postado por Aldemari Borges@189.27.x.xxx [e-mail] em 27/05/2008 06h56min:
Viva a regulamentação.



Postado por Carlos Murad Camargo@200.138.xxx.xxx [e-mail] em 27/05/2008 08h38min:
Eu analiso esta questão sempre pelo fato que aconteceu comigo quando comecei a trabalhar numa empresa que presto suporte, a uns 4 anos atrás.

O cara tinha um sistema em DBF de um programador que fez um curso em São Paulo de programação em Clipper. O sistema, no começo, fez o que pretendia. Entretanto, a empresa cresceu e a capacidade do profissional não, o que trouxe um monte de prejuízos pra empresa (principalmente quando eles tinham que parar de processar pedidos pra "zerar os contadores", porque o incremento do contador de pedidos dava integer overflow depois de um tempo).

Muito bem: começamos a desenvolver um sistema em C++ e com banco de dados firebird, pra linux. Todo planejado, com UML e normatização do banco, bem documentado. Foi uma tortura! O fonte era todo mal identado, cheio de GOTO's pra lá e pra cá, o banco era cheio de índices sem eira nem beira, uma verdadeira panacéia de coisas que não deveriam ser feitas.

Resultado: hoje estamos desenvolvendo toda a parte WEB do sistema com AJAX e Ruby, e tudo está simples.

Por que? Porque PLANEJAMOS. Tivemos o conhecimento para planejar, analisamos e fizemos a coisa da forma correta, COMO EU APRENDI NA MINHA FACULDADE.

Concordo com o que foi dito aqui: existem EXCELENTES profissionais sem diploma e existem VERDADEIROS PICARETAS diplomados.

Hoje, a empresa se arrepende e lamenta pelo tempo perdido com o antigo profissional, pois poderia estar já a algum tempo com o sistema todo pronto, desenvolvido e rodando, bem como poderia não ter tido tanto prejuízo com crashes e problemas de indexação que ocorriam com o antigo sistema.

Outra coisa: pra quem a empresa reclama do prejuízo que teve? Bom, aí meu amigo, é um problema dela: ela QUIS pagar aquele profissional. ELA NÃO EXIGIU O QUE PRECISAVA. Foi pelo mais barato e acabou se lascando. Por que? A meu ver, é justamente pela prostituição do mercado, porque o tio da esquina fez um sisteminha com o cara e daí todo mundo acha que fazer um sistema é a coisa mais fácil do mundo, que até a pobre bisavó dele pode fazer com uma mão amarrada às costas... Aí com o tempo que a empresa acaba percebendo que o barato acabou saindo caro...

Resumindo: na minha opinião, REGULAMENTAÇÃO SIM, mas para quê: para orientar, para ensinar e para MOSTRAR que a nossa profissão é algo sério e honesto. COIBIR E COMBATER VEEMENTEMENTE quem faz pirataria, quem é desonesto, quem engana e quem corrobora a profissão apenas pra ganhar uns trocos no final do mês.

SÓ QUE SE OS ÓRGÃOS SÓ TIVEREM FUNÇÃO PRA RECEBER NO FINAL DO MES PELA NOSSA "CARTEIRINHA" E NÃO FIZEREM NADA DISSO, QUE VÃO TODOS A PIIIIII E VÃO SE LASCAR.



Postado por Diogo Roos@201.58.xx.xx [e-mail] em 27/05/2008 10h24min:
Vamos dominar o mundo com nossas regulamentações! - Por favor hein, não digam isto. Generalizando, é isto que aprendemos na faculdade, que o mundo é nosso e de mais ninguém. A informação é livre e qualquer um pode aprender e exercitá-la. O exemplo do sistema acima, era um bom sistema porque atendia. Passou a não atender as necessidades porque simplismente o desenvolvedor não se atualizou. E isso eu digo que pode acontecer tanto com os dominadores do mundo quanto com a "ralé". Ou vocês acham que com um pedaço de papel vão sempre estar atualizados e sempre desenvolvendo da melhor forma ?
Repito mais uma vez: um software por mais simples que seja, mas que atenda as necessidades do cliente, não é um soft ruim (entendam isto).



Postado por black_linux@201.41.x.xxx [e-mail] em 27/05/2008 12h17min:
Êpa, êpa ,êpa!!! Canso de dizer têm gente com faculdade aí disso daquilo que não sabe bosta nenhuma e vem aqui falar merda. Não tenho nenhuma faculdade e quando fizer não vai ser de informática não gosto muito da área de tecnologia na faculdade.

Papel não é nada, isto só ira servir para formar elite de merda. Coisa podre, porque eles não restringem faculdade paga daí quase ninguém teria faculdade. Muitas faculdades paga da para passar sem estudar de tão boas que são as provas.
O Brasil é muito podre só querem piorar para o pobre e levantar os burguês. Mas, o Brasil não é de burguês quem se acha elite saia fora. Vai!!!



Postado por Felipe Farias Zanoello@189.85.xxx.xx [e-mail] em 27/05/2008 14h19min:
Da mema forma que usuários agem ao defrontar-se com uma mensagem de erro ( Ligam para a equipe de TI sem nem ao menos ler o conteúdo ), alguns VIVENTES postaram algumas asneiras.
Leiam o projeto de LEI, antes de vestirem seus ELMOS e empunharem suas ESPADAS.
Independente da formação ou não, a lei se aplica aos que dizem ter 20 anos de vivência.
E tanta vivência, não lhes ensinou a primeiramente LER e ANALISAR para não sairem falando ABOBRINHAS?
Para estes, segue meu recado:
-, Usuááááários!!!!
Regulamentação JÁ!!!!!
Quem não se enquadra na lei, terá de sentar 5 anos o traseiro na carteira da Universidade, e conquistar seu diploma de Analista, e/ou fazer algum curso técnico.
Assim as coisas vão para a frente.
Sou Analista formado, e possuo curso técnico.

Faço a seguinte pergunta aos ENTENDIDOS:
-, Você teria coragem de ser operado por um PRÁTICO MÉDICO?
-, Ou teria coragem de extrair um dente com um PRÁTICO DENTISTA?
-, Faria uma casa com um PRÁTICO ENGENHEIRO?

Aquele abraço



Postado por Diogo Roos@201.38.xxx.xxx [e-mail] em 27/05/2008 14h31min:
Mas como dissemos, estas são profissões de risco, isto é, que colocam a vida do cliente em risco. Neste caso, vamos propor também, como eu disse, a regulamentação dos profissionais que não colocam a vida da sociedade (cliente) diretamente em risco, como os lixeiros, os empacotadores, etc.



Postado por Otávio@64.231.xx.xx em 27/05/2008 14h47min:
hehe!
Informática está a cada dia mais virando uma profissão de risco!
Os BANCOS dependem de software. O sistema de saúde DEPENDE de software. E por aí vai...
É uma falsa ilusão achar que profissões da área de informática não nos colocam 'em risco'.



Postado por Anderson:.@200.96.xx.xxx em 27/05/2008 18h28min:
Pessoal, será que esta regulamentação realmente terá um efeito prático, vejamos:

- Há regulamentação para fabricantes de hardware, que em caso de falhas, sejam solidários e façam o devido ressarcimento e a indenização por lucros cessantes, prejuízos, etc. ???

- Há regulamentação para fabricantes de sistemas operacionais, que em caso de falhas, sejam solidários e façam o devido ressarcimento e a indenização por lucros cessantes, prejuízos, etc. ???

- Há regulamentação para fabricantes de ferramentas de desenvolvimento, etc. ???

Um médico tem a favor uma legislação para cuidar de medicamentos, equipamentos, etc.

Um engenheiro tem a favor uma legislação para cuidar das especificações técnicas dos materiais, etc.

Um profissional da área de informática tem a seu favor um contrato do fabricante, que diz que "o software é como é" e se der problema o prejuízo é seu. No máximo consertaremos eventuais bugs que causaram a falha do produto, desde que não atrapalhe as vendas (consertar bug não dá dinheiro - o cliente raramente enxerga melhorias internas).

O projeto da regulamentação parece não garantir uma estrutura básica para quem exerce a profissão de informática, enquanto que médicos e engenheiros já possuem todo um aparato legal que permite, de certa forma, maior previsibilidade no resultado dos processos (lembrando que médicos não são deuses, sendo assim, eventualmente morremos).

Será que o tiro não vai sair pela culatra ???

Os profissionais habilitados vão assumir os prejuízos ou vão dizer que "la garantía soy yo" ???

"Estamos privilegiando o profissional da área, reconhecendo seu direito e obrigação de assumir a responsabilidade técnica pelos projetos desenvolvidos em bases profissionais. É desse profissional que se espera o cumprimento de normas éticas e a colaboração efetiva para que haja segurança nas comunicações e o respeito às normas legais, civis e criminais aplicáveis à atividade."

Concordo que deve haver a regulamentação, mas lendo o texto e desconhecendo outras regulamentações necessárias para o exercício de nossas atividades, fiquei com a sensação de "boi de piranha".

Se alguém souber de leis que regulamentem os produtos que nós utilizamos, a hora de esclarecer é agora, favor compartilhar a informação, que será mais do que bem vinda.



Postado por Analista@201.57.xxx.x [e-mail] em 27/05/2008 20h27min:
Acho uma ótima idéia...pq tem um MONTE de pé de xulé que acha que vive programando ou nasceu programando, mais desfaz de quem suou a camisa pra ter um diploma...
E outra é bom trabalhar com gente de cultura academica e ao invés de trabalhar com um bando de pangaré mmauricinho que acha que webfodão ou super-programer...tem cidadão de 14 anos que coloca no curriculum "analista de projetos de software" e nem sabe o que é isso...ou até mesmo "Web-Design"...sendo que ele nem sabe o que ta falando....TEM QUE REGULARIZAR SIM e acabar com estes picaretas da tecnologia...



Postado por lalur@200.102.xxx.xx em 27/05/2008 23h11min:
regulamentaram a profissão de contador a anos atras e a poucos anos criaram a responsabilidade solidaria do contador.

os clientes não entendem lhufas de instalação, cnfiguração, bla bla bla, portanto, o novo cara de carteirinha vai responder solidariamente pelas porcarias que eventualmente instalar na máquina.



Postado por Christian Franzen@200.142.xxx.xx [e-mail] em 28/05/2008 14h45min:
Sou contra. Se a regulamentação fosse a solução dos problemas, não teríamos tido engenheiros como o Sérgio Naya e prédios como Palace I e II. Bastaria a fiscalização do CREA para evitar que maus profissionais prejudicassem a categoria, os consumidores e a sociedade.

Sou Técnico em Eletrônica e Bacharel em Sistemas de Informação. Comecei na informática através da eletrônica. Se houvesse a regulamentação eu não teria podido atuar como profissional da informática.

Um exemplo em nível nacional é o Marcelo Tosatti que manteve a árvore 2.4 do Linux. Se a lei estivesse em vigor ele teria sido multado ou algo parecido por exercício ilegal da profissão privando o Brasil de projetar-se no cenário internacional do software livre.



Postado por Otavario@64.231.xx.xx em 28/05/2008 15h48min:
Mas não é pra ser A solução, é pra adicionar mais um filtro, pois os existentes não são suficientes.



Postado por Daniel Vargas Araújo [2]@201.14.xxx.xxx [e-mail] em 01/06/2008 19h17min:
O que faríamos com o Marcelo Tosatti que manteve a árvore 2.4 do Linux e com o Bill Gates? O Marcelo é um exemplo de que diploma nem sempre mostra a qualidade técnica do profissional. O Bill Gates não teria montado a Microsoft se o diploma tivesse sido exigido dele, pois somente em meados de junho de 2007 recebeu da Universidade de Harvard um diploma honorário de graduação. O mundo dos hackers e crackers é dominado por excelentes e profundos conhecedores da técnica e da tecnologia, expondo diariamente os doutores e os PhDs de nossa área a vexames, comprometendo a integridade e a segurança mundial das informações. Sou técnico em informática obtido através de formação escolar, cursei Informática com ênfase em Análise de Sistemas, na época em que eletrônica e eletricidade integravam a grade curricular e hoje estou concluindo Gestão da Tecnologia da Informação. Nessa longa caminhada o que mais observei foi que os bancos universitários deram-me muita teoria e o conhecimento prático foi obtido através de cursos de atualização, especialização ou pelo estudo auto-didata. Portanto, sou contra a regulamentação e a criação de conselhos para tomar nossos recursos e não fiscalizar nada, como acontece com todos os erros médicos praticados e que os lobos não comem os lobos. Falei?



Postado por Daniel Vargas Araújo [1]@201.14.xxx.xxx [e-mail] em 01/06/2008 19h18min:
Sou totalmente contra a regulamentação através de Conselhos - Federal e Regional - e favorável a fiscalização pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Concordo nesse aspecto com o João Avelino. Sou contra a criação de "reservas de mercado" para quaisquer profissões, pois não é o diploma que irá garantir a qualidade ou a prática ética. Como exemplos, temos no noticiário exemplos de portadores de diplomas agindo em desacordo com o que aprenderam nos bancos universitários. Concordo com o Christian Franzen. Alguém já viu cair um barraco construído no morro, pela força do vento? Mas edifícios construídos por engenheiros ou arquitetos já, não é mesmo? Vejamos os exemplos do Palace I e II, pontes em inúmeras rodovias que desabam, casas de que desmoronam, marquizes que despencam, só para ficarmos nestes. Sou a favor do que defende a SBC - Sociedade Brasileira de Computação, "Diferentemente de outras áreas do conhecimento humano, a Informática permeia de forma profunda e evidente quase todas as áreas do conhecimento humano. Para resolver problemas com nível adequado de qualidade, além dos conhecimentos técnicos de Informática, o profissional deve possuir competência nas áreas da aplicação específica, sejam elas de engenharia, medicina, administração, música, etc. Se no início a multidisciplinaridade da formação profissional era uma conseqüência direta da inexistência de cursos superiores de Informática, hoje é uma exigência para atender à demanda da sociedade por aplicações novas e cada vez mais sofisticadas. E multidisciplinaridade se constrói sobre as férteis bases da liberdade de atuação profissional"(SBC,2007). Em resumo, para a SBC, "existência de diplomas ou outros documentos indicadores de qualidade deve ser facultada às entidades contratantes, e não uma obrigação legal" e a auto-regulação da profissão se daria por meio de "algum órgão fiscalizador que, de alguma forma, garanta a qualidade do exercício profissional" (SBC, 2007).
Continua.....



Postado por Daniel Vargas Araújo [2]@201.14.xxx.xxx [e-mail] em 01/06/2008 19h20min:
...continuação.
O que faríamos com o Marcelo Tosatti que manteve a árvore 2.4 do Linux e com o Bill Gates? O Marcelo é um exemplo de que diploma nem sempre mostra a qualidade técnica do profissional. O Bill Gates não teria montado a Microsoft se o diploma tivesse sido exigido dele, pois somente em meados de junho de 2007 recebeu da Universidade de Harvard um diploma honorário de graduação. O mundo dos hackers e crackers é dominado por excelentes e profundos conhecedores da técnica e da tecnologia, expondo diariamente os doutores e os PhDs de nossa área a vexames, comprometendo a integridade e a segurança mundial das informações. Sou técnico em informática obtido através de formação escolar, cursei Informática com ênfase em Análise de Sistemas, na época em que eletrônica e eletricidade integravam a grade curricular e hoje estou concluindo Gestão da Tecnologia da Informação. Nessa longa caminhada o que mais observei foi que os bancos universitários deram-me muita teoria e o conhecimento prático foi obtido através de cursos de atualização, especialização ou pelo estudo auto-didata. Portanto, sou contra a regulamentação e a criação de conselhos para tomar nossos recursos e não fiscalizar nada, como acontece com todos os erros médicos praticados e que os lobos não comem os lobos. Falei?



Postado por Thiago@201.79.xx.xxx em 21/06/2008 14h03min:
SOU 100% A FAVOR, POIS ASSIM, ALÉM DE NÃO PREJUDICAR OS PROFISSIONAIS SÉRIOS, ESTARÁ SENDO PROVIDA A "DESPROSTITUIÇÃO" DAS ATIVIDADES DE INFORMÁTICA NO BRASIL. CHEGA DE PEUDO-PROFISIONAIS, DESQUALIFICADOS, SEM FORMAÇÃO E SEM COMPROMISSO COM A CATEGORIA. ENFIM, A ESPERANÇA DE GRANDES EVOLUÇÕES E PLENO DISCERNIMENTO PARA COM AS QUESTÕES RELATIVAS À ÁREA DE TI BRASILEIRA.



Postado por Pablo E. V. Wilton@189.4.xx.xx em 01/07/2008 12h25min:
Obvio que é a favor quem possui diploma (eu incluso) e vai ser contra os que não possuem ou possuem de outra área! é ridículo falar que quem escolhe é o cliente...
já que este pseudo direito vai continuar! mas nós que somos formados, conhecemos e trabalhamos na área teremos nossos direitos também! fora sermos mais respeitados e valorizados! para quem fala que é conhecimento livre... basta ter "experiência", posso dizer que isto vale para qualquer profissão! eu posso fazer um projeto elétrico de um prédio depois de ler alguns livros... quem sabe um carro... ou amputar um membro! se vai ficar bom é outro assunto! e acredito que nem engenheiros eletricistas, mecânicos ou médicos gostariam que eu fizesse o que mencionei! fazer um programa... configurar uma rede (meia boca) é até fácil... mas quero ver os "entendidos" criando algoritmos de grafos... IA... ou configurando uma rede de forma decente! toda profissão de caráter técnico/ciêntífico deve ser regulamentada!
se existem pessoas que possuem conhecimento profundo sobre determinada ferramenta ou sistema operacional não a qualifica a outras... eles que validem o que sabem ou obtenham um diploma! e parem de usar o Bill Gates como exemplo já que ele apenas é um ótimo administrador... ele não criou nada! e não comparem "alhos com bugalhos", já que comparar "barraco" com prédio é como comparar os milhares ou milhões de "programinhas" que existem por aí com sistemas decentes! comperemos também MySQL com DB2 ou Oracle...
quem já projetou bases industriais sabe a diferença...
fora programar apenas com "tabelinhas" e realmente usar um DBMS (Triggers, Store Procedures etc)
gostaria de saber se os engenheiros abririam mão da regulamentação das suas respectivas atividades!
já que gente incompetente se forma em todos os ramos!
a regulamentação não garante um profissional competente (quem deveria fazer isso é a entidade capacitadora)... mas reduz drasticamente o percentual de "cagadas" feitas!



Postado por Mauricio Aparecido das Neves@200.149.x.x [e-mail] em 25/07/2008 15h20min:
Óbio sou a favor. É Realmente nem da pra pensar que isto não vai ser benéfico pra todo mundo, aliás, nem sei porque tem gente que é contra. A Lei vai beneficiar quem tem experiência, o que ja é um ganho muito grande para os "sem diploma", parabéns pelo comentário do colega Pablo, programadores e analistas, sem demérito, é compara pedreiros com engenheiros, embora a experìência do primeiro possa construir belas casas, etc, etc, será sempre sobre a orientação e o planejamento do pedreiro.... ja pensou enormes prédios, com dezenas, quem sabe centenas de andares, sem planta, sem projeto arquietetônico, elétrico, etc e tal. Isso não é possivel. E em casos como citado do nosso colega acima, Carlos Murad, e quando a empresa cresce, se por acaso a vendinha do seu Zé da Esquina vira um Carrefour, o sisteminha feito por aquele programador que não conhece algoritimo, que não conhece modelagem, que nem sabe o que é diagrama de use case, ou de classes, enfim, desconhece a teoria sempre necessária, na documentação do softwares e por ai vai, será é possivel. Por isso sou a favor.



Postado por Doutrinador@200.171.xxx.xxx [e-mail] em 05/08/2008 11h21min:
Bem, sou completamente a favor de tal regulamentação, pois já passou da hora do profissional de computação receber sua merecida atenção.

Hoje em dia, qualquer um que faça um curso do S.O.S. Computadores já sai por aí se dizendo analista de sistemas. O empresário por sua vez, como sempre muito mal informado, não sabe a diferença entre um "profissional" desses e um profissional totalmente habilitado e devidamente formado na área.

Tem muito zé mané por aí que até de formou numa faculdade, mas não na área, e gosta de bancar o bom!

Parabéns a iniciativa de regulamentar essa nobre profissão.



Postado por marcos@201.29.xx.x [e-mail] em 27/10/2008 13h17min:
Sou contra E DEIXEM DE SEREM BURROS, É PIOR PRA TUDO MUNDO,LEIAM TUDO PARA ENTENDER. No mundo e nos países ricos não existe regulamentação de profissão de informatica, porque este debate ja aconteceu la:

O mercado brasileiro não vai aceitar tal coisa, ele quer quem saiba, na pratica pessoas iriam se inscrever na faculdade , trancar a matricula e ser contratado como estagiario (sem direitos)e tomando a vaga de formados ! .É o que acontece na advogacia, arquitetura e etc, deixem de serem BURROS rapaziadas, isto é pior também pra quem é formado ! vão perder empregos para os estagiarios como acontece em outras áreas.Minha ex-namorada era estagiaria de arquitetura durante anos, mais fazia o trabalho QUE SERIA DE UM ARQUITETO e ganhava ai 400 pratas...no final quem assinava o projeto era um arquiteto.. é o que vai acontecer no mercado de informatica.O formado será contratado mais depois de 3 meses ele será demitido porque tem um estagiário que é certificado em x, y, que faz e acontece, ai o estagiario entra na vaga do formado e o formado dança, VAI SER PIOR DO QUE É HOJE , RACIOCINEM RAPAZIADA!

Bill gates não tem nivel superior nem técnico e foi o pioneiro de uma revolução no mundo e assim milhares no mundo são, no japão os programadores da konami são estudantes de informatica(nivel superior) e por ai vai.O criador da intel, um judeu polonês não tem nem 2º grau mais era um gênio ! , o steve jobs conseguiu um nivel superior depois da apple estar fundada e ele estar rico e por ai vai.

Se o Brasil fizer isto será um ato de "coronelismo" onde um montarel de pessoas vão gastar dinheiro pra poder trabalhar e os própios formados serão prejudicados como explico acima. Seria um retrocesso ao desenvolvimento do país.

Vejam por exemplo o tipo de problema bizarro que uma lei dessa criaria no Brasil e que tipo de debate levantaria, veja abaixo :

E quem tem uma empresa de informatica? (software ou hardware ).Só pode ter clinica de medicina quem é medico regulamentado, só poder ter uma empresa contabil quem é contador regulamentado, uma empresa de arquitetura quem é arquiteto regulamentado e por ai vai .
Na informatica no brasil e no mundo qualquer um pode ter uma empresa de informatica, e quem ja tem uma empresa e não tem tecnico e superior e a tal regulamentação? A empresa vai ser descontinuada pelo governo ?
Se for ok, porque a microsoft não vai poder mais agir no Brasil porque o dono e fundador dela, Bill gates não tem nivel superior nem técnico nem regulamentação(porque nos EUA isto não existe), ai que eu quero ver se eles vão ter peito de fazer isto .Na africa tem paises onde a medicina não é regulamentada, ex: um curandeiro africano cria uma clinica médica e traz ela pro Brasil , o que acontece ? o Conselho de medicina da aqui vai em cima na hora alegando que a empresa não tem regulamentação no país de origem(porque não existe) e ai , alguem vai fazer isto com a microsoft aqui ? ahahaha

É isso.



Postado por Otavio@65.93.xx.xxx em 27/10/2008 15h18min:
Marcos, leia a lei primeiro antes de comentar, pois a lei deixa claro que, o 'Bill Gates', por já trabalhar na área teria direito a *continuar* trabalhando. Isto é só pra quem está começando do zero.
Pelamordedeos... sua mula!



Postado por Valdemir Machado@189.87.xx.xxx [site] [e-mail] em 23/02/2009 08h09min:
Concordo e explico, todas as atividades até então que foram desenvolvidas pela pratica depois tiveram os seus cursos de graduação e a legalização dando o direito aqueles que exerceram durante épocas as suas funções, a exemplo, de contadores, enfermeiras, estatisticos, etc.
Sou am analista que iniciei as minhas atividades em l970 com cursos diretos pela IBM e tive formação de analise de sistemas e programação assembler, pl/I, rpg, cobol além de cursos de projetos estruturados e no entando me formei em estatistica não optando na época pela dificuldade de cursos pela ciencia de computação, e me sinto em plena capacidade de desenvolvimento, agora o que temos nos preocupar é com um grande núemro de cursos deinformatica que não permitem uma preparação dos alunos para formação em desenvolvimento de softwares e sim usuarios dos softwares. valdemir machado



Postado por Leo@201.68.xxx.xxx [e-mail] em 03/06/2009 07h59min:
Toda a regulamentação é bem vinda, principalmente em se tratando de um país de "oportunidades", ganham o cliente e o profissional competente e consciente, perdem os béocios digitais, picaretas, oportunistas e mal-intencionados em geral que são a verdadeira praga desta área. Um profissional não formado, que uma vez no mercado, manteve-se por cinco anos, provavelmente não terão o que temer, e conheço alguns assim, mas são poucos e os que realmente se tornaram referência, cursaram ou estão cursando estensões na área, até por questão de atualização.



Postado por Ginho@201.35.xxx.xx [e-mail] em 01/07/2009 22h37min:
Só um exemplo de auto-ditada ou 'sem diploma': Bill Gates, não precisa dizer mais nada. Ou vcs vão chamar o cara de incompetênte? Não sei não, mas tem muito programadorzinho por ai querendo aumento de salário antes de começar a trabalhar.



Postado por Mauricio Aparecido das Neves@189.112.xxx.xxx [e-mail] em 20/10/2009 17h00min:
Ja postei acima, mas não consigo me conter, após ler essas bizarrices.
Minha resposta é para o Marcos que postou logo acima, aposto que você não tem diploma. Você precisa saber de uma coisa, a faculdade não só ensina uma profissão não, ensina a viver, ensina a enxergar o mundo com outros olhos.
Veja quanta idiotice junta você escreveu, pelamordeDeus, acorda pra vida rapaz, regulamentação já.



Postado por Arnaldo@201.15.xxx.xx [e-mail] em 20/11/2009 12h15min:
Acho, que antes de continuar com a discursão, vocês deveriam ler o projeto primeiro.
tem gente falando um monte de baboseira, acho que porque já são tão autodidatas que já sabem a lei antes mesmo de lê.
Ah estudem antes de sair falando besteiras e estudem para continuarem na profissão. Pois os bons profissionais diplomados ou não desde que já trabalhem a mais de cinco anos na área estão com seus direitos garantidos.



Postado por cledson@189.42.xxx.xxx [site] [e-mail] em 13/12/2010 07h18min:
Sou a favor da legalização, pois basta de viver em uma situação informal e sem cobertura legal adequada. Já trabalho no ramo de TI a 15 anos e só agora com a ajuda de deus e de uma empresa que acredita nas tecnologias cultivadas no ramo académico estou concluido a minha formação universitária. Bem uma boa forma, não sei que os amigos concordam, seria apos a implantação dessa lei, a implementação de uma prova de avaliação de conhecimentos básicos, necessários ao titulo de Analista de Sistemas. Tal prova teria como objetivo principal filtrar os que não possuiem aptidão nem conhecimento necessários a profissão.



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