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Debian 6.0 é lançado

2011-02-07 03h38min




Depois de 2 anos de desenvolvimento, uma das principais distribuiçõees Linux liberou uma nova versão - o Debian 6.0 'Squeeze' foi lançado. O aspecto mais fascinante deste lançamento é que este inclui o Debian/kFreeBSD como preview. Claro que há muito mais, incluindo um novo site para o projeto - o primeiro grande redesenho do site em 13 anos.

Sobre as mudanças no site: http://www.debian.org/News/2011/20110205b
Nota de lançamento: http://www.debian.org/News/2011/20110205a
Fonte: http://www.osnews.com/story/24378/Debian_6_0_Released







Comentários dos leitores:


Postado por gobervindo@189.6.xx.xxx [e-mail] em 08/02/2011 05h33min:
Já falei e repito: Debian kFreebsd: a união do inútil com o desagradável. Se fosse um "FreeBSD kLinux", aí sim seria alguma coisa útil.



Postado por Luiz L. Marins@189.79.xx.xxx [site] [e-mail] em 08/02/2011 06h02min:
Uso o Squeeze no meu desktop desde que entrou em freeze. Considero que para o usuário final ele está mais amigável, pois já está usando o Central de Softwares da Canonical. Ficou mais parecido com o Ubuntu.

Mas se pretende conquistar o desktop, ainda precisa melhorar, e mais do que isso, seus desenvolvedores precisam mudar a forma de pensar.

Para um iniciante que trabalha com banco e pretende pagar suas contas via internet, o teclado virtual não funciona.

Só não entendo como uma "distribuição universal" fica 2 anos em desenvolvimento, sendo 6 meses em "freeze", tem milhares de desenvolvedores envolvidos em diversas áreas no mundo todo, e ninguém viu que este aplicativo importante nos dias de hoje que não é usável.

Para que o Linux deslanche no desktop, são necessários três coisas:

a) A Fundação do Software Livre precisa mudar o conceito do que é "software livre", pois para o usuário final, o "free proprietário" também é software livre, e é para ele use que os softwares são criados, mas a sua opinião não é levada em conta ...

As empresas criam o código proprietário para Linux, e os disponibiliza gratuitamente para a sociedade, mas o conceito e o contrato social da FSL impede que as distribuições os use a favor do usuário.

Em resumo, o que foi a solução há 30 anos, hoje é o problema que atravanca o progresso.


b) É preciso mudar a cabeça dos programadores, fazendo-os pensar na necessidade do usuário, e não nos profissionais de T.I.

c) Instituir uma forma de remuneração aos programadores que criam o código aberto caso o mesmo venha a ser reaproveitado e vendido (o percentual poderia variar de acordo com o percentual do código usado).

Apenas para lembrar, a FSF/GNU não só apoia o comércio do software livre, como ainda incentiva. Basta ler a sua página na internet.

Mas para que um programador criaria um software livre, se outros vão aproveitar e ganhar dinheiro?

Sem estas medidas, o Linux não conquista o usuário final.



Postado por Flavio@187.126.xxx.xxx [site] [e-mail] em 10/02/2011 15h17min:
Debian kFreebsd: a união do inútil com o desagradável. Se fosse um "FreeBSD kLinux", aí sim seria alguma coisa útil.



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